Roma · Florença · Toscana · Matera · Puglia · Lecce
Olá, Claudia e Deado.
Aqui está o guia da viagem de vocês pela Itália. Tem o roteiro dia a dia, todos os vouchers para baixar, contatos dos hotéis, dicas práticas e sugestões de restaurantes.
Está organizado para abrir no celular e encontrar tudo na hora.
Qualquer coisa durante a viagem, me chamem no WhatsApp.
Itália é destino Schengen — confiram com calma esses itens antes de embarcar.
Validade mínima de 6 meses contados a partir da entrada na Itália. Conferir páginas em branco para o carimbo Schengen.
Bilhetes BZCORS03475366 (Claudia) e BZCORS03475367 (Luiz Eduardo). Cobertura mínima €30.000 atendida. Vigência 12.05.2026 a 08.06.2026.
Os 7 vouchers Arkheia ficam disponíveis na seção Vouchers para baixar. A imigração italiana pode pedir.
Voo de volta FCO → GRU → CNF em 07/06/2026. Voucher AKH-2026-0022.
Obrigatórios para retirar o carro Budget em Florença. CNH com pelo menos 1 ano de emissão e dentro da validade. PID emitida no Detran-MG, válida por 1 ano.
Em nome do Luiz Eduardo (locatário do carro), com limite disponível para caução do veículo. Cartões de débito, virtuais ou cash cards não são aceitos.
Vocês podem ler do começo ao fim ou pular direto para o que precisarem.
Euro (€). Cartão de crédito é aceito em quase tudo. Levem alguns euros em espécie para mercados pequenos, gorjetas e taxas locais (impostos municipais nos hotéis). ATMs ("Bancomat") em todas as cidades — usem os de bancos italianos para taxas menores.
eSIM internacional é a opção mais prática — duas boas alternativas: Airalo (app dedicado, planos por região) e Banco Inter (eSIM via app do banco com saldo em real, prático para quem já é cliente). Wi-Fi grátis em todas as hospedagens. WhatsApp e iMessage funcionam normalmente. Para ligações, prefiram WhatsApp.
Centros históricos italianos são fechados a carros não autorizados, com fiscalização por câmera. Atenção em Matera (ZTL inteira — só a pé), Lecce e em pequenas cidades do Chianti. Sempre confirmem com o hotel onde estacionar antes de chegar.
Itália usa tomadas tipo C, F e L · 230V / 50Hz. Adaptador europeu necessário. A maioria dos eletrônicos modernos (carregadores de celular, notebook) é bivolt automático.
Trenitalia · trens · Google Maps e Waze · navegação no carro · Google Lens / Tradutor · cardápios e placas · WhatsApp · contato com hotéis e Arkheia · FreeNow · chamar e pagar táxi nas cidades italianas (substitui o Uber, que tem cobertura limitada na Itália).
Farmácia: "farmacia" (fica aberta em rodízio noturno em todas as cidades). Emergência médica e geral: 112 (linha europeia única). O seguro Coris cobre consulta com pagamento direto — liguem sempre antes de buscar atendimento (+55 11 2185-9650).
Coisas que não estão em livro mas fazem diferença no dia a dia italiano.
Buongiorno até a hora do almoço, depois buonasera. Ao entrar em qualquer estabelecimento (loja, café, hotel), sempre cumprimentem — é o básico da cordialidade local.
Refeições são longas e sem pressa. Garçons italianos não trazem a conta sem ser pedida — peçam: "il conto, per favore". Pão é parte da mesa, não entra com manteiga. Cada região tem sua massa típica.
Cappuccino só pela manhã, antes do meio-dia. Depois disso, italianos só tomam espresso ou caffè macchiato. Nada impede vocês de pedirem cappuccino à tarde — só identifica o turista.
Ombros e joelhos cobertos para entrar (vale para basílicas, catedrais, capelas). No Vaticano a regra é estrita. Na dúvida, levem um xale leve na bolsa.
Não é obrigatória — italianos não têm cultura de gorjeta como em outros países. Em restaurante, se gostarem do serviço, deixem 5–10% ou arredondem a conta. Em táxi, arredondar.
Reservas em restaurante e em museus (Galeria Uffizi, Galleria dell'Accademia, Museus do Vaticano) são levadas a sério. Cheguem no horário marcado.
Cartão de bolso para os primeiros dias.
A viagem inteira mapeada em ordem. Reservas com horário marcado aparecem destacadas em laranja.
Cheguem em CNF às 8h (3h de antecedência para internacional). Documentos: passaporte e PID na bolsa de mão.
Dia leve depois da viagem longa. O bairro Monti é o ideal para a primeira noite — vielas pequenas, vinotecas, brechós, cantinas de bairro. Sugestão de caminhada curta: Piazza della Madonna dei Monti (coração do bairro) e Via del Boschetto.
Almoço no Monti (10 min a pé do Coliseu). Depois caminhada pelo centro: Pantheon · Piazza Navona · Igreja San Luigi dei Francesi (3 telas de Caravaggio sobre São Mateus, entrada gratuita, é um segredo dos romanos) · Campo de' Fiori.
Subir até o terraço panorâmico do Altare della Patria (Vittoriano) — elevador de €12 leva ao topo, vista 360º de Roma incluindo o Fórum e o Coliseu de cima. Aberto até 19h30.
Complementar com a Basílica de São Pedro (entrada gratuita; subir à cúpula vale a pena, ~€10). Curiosidade do Vaticano: à direita da praça tem o correio do Vaticano — comprar um postal e enviar com selo do menor país do mundo é um souvenir único.
Borgo Pio (a poucos passos do Vaticano) tem trattorias de bairro autênticas — fugir da praça que só tem armadilha turística.
Castel Sant'Angelo caminhando pelo Tibre · Ponte Sant'Angelo com os anjos de Bernini · jantar em Trastevere (atravessar para o outro lado do rio).
Subir o Aventino (colina tranquila, pouco turística): Giardino degli Aranci com vista para a cúpula de São Pedro emoldurada pelas laranjeiras. A poucos metros, o famoso Buraco da Fechadura de Malta (Aventine Keyhole) — a Ordem de Malta tem uma porta cuja fechadura enquadra perfeitamente São Pedro à distância. Fila pequena, vale.
Testaccio — bairro autêntico, sem turistas. Mercato di Testaccio para comer no estilo "street food romano" ou trattoria tradicional pelas ruas.
Atravessar para Trastevere (a pé pela Ponte Sublicio). Vielas, igrejas escondidas (Santa Maria in Trastevere), Piazza Trilussa, brechós e enotecas. Bairro mais boêmio de Roma.
Subir ao Gianicolo (Terrazza del Gianicolo) para o pôr do sol — vista mais alta de Roma, sem turistas. Jantar de volta em Trastevere.
Sugestão: chegar com tempo para caminhar no Villa Borghese (parque ao redor da galeria) — possível alugar barquinho de remo no laguinho do Templo de Asclépio (€3 / 20 min, romântico, romanos vão lá nos fins de semana).
Saindo da Galeria, descer pelo parque até o Terrazza del Pincio — mirante clássico com vista para a Piazza del Popolo abaixo. Descer a escadaria até a praça e seguir pela Via del Corso (rua principal de comércio) ou Via dei Condotti (lojas de luxo).
Voltar ao Pincio ou subir até o Gianicolo para o pôr do sol sobre Roma.
Fontana di Trevi antes das 8h — única hora em que ela está vazia, dá para fotografar e jogar a moeda com calma. Logo ao lado, a Lover's Fountain (Fontanella degli Innamorati) — fonte pequena onde casais bebem juntos para ficarem juntos para sempre, segundo a lenda. Quase ninguém sabe que existe.
Caminhar até a Chiesa di Sant'Ignazio di Loyola — teto pintado em ilusão de ótica (parece uma cúpula que não existe) e há um espelho no chão para fotografar sem torcer o pescoço. Perto: Pantheon (se ainda não entraram), Piazza Navona, Piazza di Spagna e Via dei Condotti.
Centro histórico — Pantheon, Campo de' Fiori ou Jewish Ghetto.
Largo di Torre Argentina — ruínas a céu aberto onde Júlio César foi assassinado, hoje habitadas por dezenas de gatos resgatados (Torre Argentina Cat Sanctuary). Dali, atravessar para o Jewish Ghetto: Portico d'Ottavia, sinagoga, vielas com restaurantes de cozinha romana-judaica (alcachofra à judia é típica).
Aperitivo no Stravinskij Bar (Hotel de Russie, perto da Piazza del Popolo) — pátio elegante e tranquilo, encerramento à altura.
Galleria dell'Accademia — o David de Michelangelo merece a primeira hora do dia (reservar online). É menor que a Uffizi, dá para ver com calma em ~1h30.
Mercato Centrale di San Lorenzo — andar térreo é mercado de alimentos, andar superior é food hall com várias barracas (massas, pizza, queijos). Almoço rápido e local.
Duomo (Cattedrale di Santa Maria del Fiore) — exterior gratuito é breathtaking. Para subir a cúpula de Brunelleschi (463 degraus, vista incrível), reserva online obrigatória. Battistero di San Giovanni em frente, com Portas do Paraíso de Ghiberti. Caminhada pela Piazza della Signoria (museu a céu aberto), Loggia dei Lanzi e Palazzo Vecchio.
Subir ao Piazzale Michelangelo caminhando ou de táxi — vista mais clássica de Florença. Mas a dica menos óbvia: continuar subindo mais 5 minutos até a Basílica de San Miniato al Monte (igreja românica do séc. XI, vista mais bonita ainda, e às 17h30 os monges cantam vésperas em latim).
Galeria Uffizi — Botticelli (Nascimento de Vênus, Primavera), Caravaggio, Leonardo, Rafael. Reservar online com antecedência. Janela de visita ~3 horas.
Procurar uma buchetta del vino (janelinha do vinho) — pequenas aberturas no muro de palácios renascentistas, usadas no séc. XVII para vender vinho direto da casa nobre. Babae (Via Santo Spirito 21r) é a mais famosa em funcionamento — vocês recebem um copo de Chianti pela janela.
Tarde inteira no Oltrarno (lado sul do Arno, mais autêntico, menos turístico): Palazzo Pitti e Giardino di Boboli (jardim renascentista). Caminhar pela Piazza Santo Spirito — coração boêmio do bairro, ateliês de artesãos, antiquários. Capella Brancacci em Santa Maria del Carmine — afrescos de Masaccio que mudaram a história da pintura (entrada limitada, reservar).
Officina Profumo - Farmaceutica di Santa Maria Novella (Via della Scala 16) — uma das farmácias mais antigas do mundo, em funcionamento desde 1221. Frades dominicanos faziam essências, hoje é loja-museu de perfumes e cosméticos artesanais. Não é caro, vale entrar só para ver.
Manhã lenta no Borgo — café com vista, piscina, biblioteca. Vale começar leve depois da estrada.
Castello di Brolio (~15 min de carro) — vinícola Ricasoli, a mais antiga do Chianti. Reservar tour + degustação. Gaiole in Chianti: vilarejo da liga histórica do Chianti, Museo alle Origini del Chianti pequeno mas fascinante, almoço numa trattoria de praça.
Bate-volta a Siena (~50 km / 1h de carro). Estacionar fora das muralhas. Piazza del Campo em formato de concha — uma das praças mais bonitas da Itália. Duomo di Siena: gótico em mármore preto e branco, biblioteca Piccolomini afrescada. Subir a Torre del Mangia para vista sobre os telhados. Almoço por uma trattoria de bairro.
Caminho de volta passa por estradas-postal — vale parar para fotos.
Manhã livre — possível pegar uma e-bike do Borgo (€35/dia) para um passeio leve até Castello di Cacchiano ou Castello di Tornano.
A pinch and a dash · Cooking School no próprio Borgo (segundas e quintas às 17h). Aprender massa fresca, molho de carne lento e torta de maçã. Termina com jantar à mesa de avó com vinho Chianti. Reservar com a propriedade.
Bate-volta para o oeste do Chianti. San Gimignano (~80 km / 1h30) — a "cidade das torres medievais", 14 torres ainda em pé do auge da cidade. Vale provar o gelato premiado da Gelateria Dondoli. Almoço local.
Seguir até Volterra (~30 min de San Gimignano) — cidade etrusca, muito menos turística. Centro histórico, museu etrusco, oficinas de alabastro (artesanato local desde a Antiguidade).
Badia a Coltibuono (~10 min de carro) — antigo monastério convertido em vinícola e restaurante. Tour pela adega + degustação. Almoço lá mesmo (cozinha toscana clássica) ou seguir para Greve.
Opção 1: Greve in Chianti — vilarejo medieval com Piazza Matteotti (forma triangular única) e o famoso açougue Antica Macelleria Cecchini em Panzano (Dario Cecchini, "açougueiro filósofo"). Opção 2: Castello di Volpaia — vilarejo inteiro convertido em vinícola, adega subterrânea espalhada pelas casas. Opção 3: Radda in Chianti — pequena, pitoresca, almoço na La Bottega di Giovannino.
Última noite no Borgo. Se for o dia certo, jantar Ciccia e Orto ou Pinsa e Birra. Senão, aperitivo no jardim e jantar na La Bottega di Giovannino (Radda) ou Osteria Rosticceria Il Re Gallo (Castellina).
Como vocês têm só uma noite, sugestão prática: começar com um tour de tuk-tuk pelos sassi (~1h30, ~€30 por pessoa, contratado na Piazza Vittorio Veneto). Os sassi têm muitas escadas e ladeiras de pedra — o tuk-tuk dá o panorama da cidade primeiro, e depois vocês escolhem onde voltar a pé.
Visitas curtas que valem: Casa Grotta nei Sassi di Matera (museu de moradia em caverna, 25 min de visita, mostra como se vivia nas grutas até os anos 1950) e Chiesa Rupestre di Santa Maria de Idris (igreja escavada na rocha, frescos antigos).
Aperitivo no Crialoss ou no Caffè Lanfranchi — varandas pequenas penduradas sobre os sassi. Spritz de €5 com vista que vale por uma noite inteira. Quando o sol baixa, a cidade de pedra acende inteira em luzes amarelas — Matera é uma das vistas mais cinematográficas da Itália.
Jantar na Trattoria del Caveoso — restaurante numa caverna restaurada, comida lucana tradicional (orecchiette com cima di rapa, peperoni cruschi, cordeiro). Reservar.
Ostuni (~10 min de carro da Masseria) — a "cidade branca" no alto da colina, com vielas labirínticas caiadas. Estacionar fora da ZTL e subir a pé. Cathedral de Santa Maria Assunta (gótico-renascentista) e vista panorâmica sobre os olivedos do Vale d'Itria.
Almoço pelo centro de Ostuni — La Taverna della Gelosia ou Osteria del Tempo Perso (esta é querida pelos locais, ambiente em caverna). Reservar.
Cisternino (~25 min de Ostuni) — vilarejo branco menos turístico, vida local autêntica. Tradição única: nas fornelli pronti (açougues-restaurantes), você escolhe a carne na vitrine e o açougueiro mesmo grelha pra você na hora. Experiência muito local.
Voltar para Ostuni para aperitivo no Borgo Antico Bistrot — terraço com vista para os olivedos e o mar Adriático ao longe.
Alberobello (~40 km / 45 min) — UNESCO, conhecida pelas trulli: casinhas brancas de pedra com telhados cônicos. Chegar cedo (antes das 10h) para evitar o pico de turistas. O bairro Aia Piccola é menos turístico que o Rione Monti — trulli ainda usados como casas pelos moradores.
Locorotondo (~10 min de Alberobello) — vilarejo redondo (literalmente, é o que o nome significa) no alto de uma colina, com vista panorâmica sobre o Vale d'Itria. Bem menos turístico que Alberobello, almoço autêntico no Trattoria U Curdunn (atmosfera de adega de pedra branca).
Opção 1: Castellana Grotte (~20 min de Locorotondo) — uma das redes de cavernas mais espetaculares da Itália, estalactites e estalagmites por 3 km. Tour guiado de 1h ou 2h. Opção 2: voltar via Cisternino (se não foi ontem) ou direto à Masseria para um fim de tarde tranquilo na piscina.
Polignano a Mare (~50 min de carro) — cidade dramaticamente suspensa em falésias sobre o Adriático. Lama Monachile, a praia de pedrinhas mais fotografada da Itália, encaixada entre dois penhascos. Banho rápido (água gelada e cristalina) e caminhada pelo centro histórico, com versos de Domenico Modugno escritos pelas paredes (ele nasceu aqui — "Volare" é dele).
De Polignano sai um passeio de barco pelas cavernas marinhas (~1h, ~€30 por pessoa). Mais de 20 grutas no penhasco, água azul-turquesa que entra nas cavernas iluminando-as por dentro. É a melhor maneira de ver a cidade.
Pescaria (Polignano) — restaurante de frutos do mar acessível e local: panini de polvo, fritura mista, cevicheria. Fila vale.
Monopoli (~20 min de Polignano) — porto colorido de barcos pesqueiros, vielas autênticas. Para a praia, dois caminhos: Cala Porto Rosso a poucos passos do centro histórico (sandy, perfeita para combinar com o passeio na cidade), ou Coccaro Beach Club (~10 min de Monopoli, beach club mais sofisticado, espreguiçadeiras pagas, restaurante).
Voltar para a Masseria para um fim de tarde calmo no jardim, ou aperitivo em Monopoli no porto.
Café da manhã no Caffè Alvino (Piazza Sant'Oronzo) — pedir caffè leccese (espresso gelado com leite de amêndoa, invenção da casa) e pasticciotto (pastel local com creme). Direto na praça, ótimo para olhar a vida começar.
Centro histórico a pé — Basilica di Santa Croce (fachada barroca leccese mais elaborada da cidade, detalhes intricados em pedra calcária dourada), Anfiteatro Romano em pleno centro (escavação parcial, ainda com bancos), Piazza del Duomo (uma das praças barrocas mais bonitas da Itália), Castello Carlo V.
Le Zie · Trattoria Casareccia — Slow Food, sem firula, comida de mãe. Cardápio muda diariamente. Pedir ciceri e tria (pasta com grão-de-bico, prato típico do Salento).
Caminhada pelas vielas atrás de cerâmicas (Lecce e Grottaglie são famosas pelos pumi, esculturas decorativas em forma de pinha) e pelos ateliês de cartapesta — papel-machê tradicional usado em estátuas religiosas. Lanche: rustico (pastel de massa folhada com mussarela, tomate e bechamel) numa pasticceria.
Aperitivo no Quanto Basta (cocktail bar elegante) ou no Dall'Antiquario · Caffè Letterario (escondido em adega abobadada). Jantar na Osteria Le Volte (popular entre locais).
Otranto (~45 km / 50 min) — cidade fortificada do lado adriático, ponto mais a leste da Itália. Cattedrale di Otranto abriga um mosaico de chão do séc. XII com a Árvore da Vida (impressionante). Castello Aragonese e o porto colorido são caminháveis.
Almoço no porto de Otranto — frutos do mar fresquíssimos, tagliata di tonno ou linguine ai ricci di mare (com ouriço-do-mar, especialidade local).
Baia dei Turchi (~10 min de Otranto, dentro da reserva natural Alimini) — uma das praias mais bonitas e selvagens da Puglia. Acesso a pé por trilha curta dentro de pinhal aromático. Areia branca, água turquesa, poucas estruturas (levar água e lanche). Alternativa: Torre dell'Orso, com as pedras "Due Sorelle" no mar.
Grotta della Poesia (Roca Vecchia, ~30 min de Lecce no caminho de volta) — piscina natural cavada na rocha pelo mar, com água turquesa profunda. Lugar histórico (graffiti messápico de 5.000 anos) e selvagem. Ótima para um mergulho de fim de tarde.
Gallipoli (~40 km / 45 min de Lecce) — cidade fortificada numa ilha de calcário ligada ao continente por uma ponte. Caminhar pelas muralhas e vielas brancas do centro storico. Visita ao Frantoio Ipogeo, lagar de azeite subterrâneo medieval cavado na rocha (entrada €5, fascinante).
Spiaggia della Purità — pequena praia arenosa logo abaixo da cidade fortificada, água turquesa do Jônico (mais quente que o Adriático). Lados de fácil entrada com toalha. Almoço no Amu Fish Restaurant ou no Terrazza Laurus (rooftop tapas) com vista para o pôr do sol.
Se quiserem ir mais ao sul: Santa Maria di Leuca (~1h10 de Lecce) — ponta extrema da bota, onde o Adriático encontra o Jônico. Farol histórico, Santuário de Santa Maria de Finibus Terrae. Passeio de barco pelas grotas (~3h, €30 por pessoa) é o ponto alto — falésias dramáticas e cavernas marinhas.
Para um dia de pura praia, Pescoluse (no caminho para Leuca) é apelidada "Maldivas do Salento" — areia branca finíssima, mar transparente raso, lidos com espreguiçadeira (Le Cinque Vele, Maldive del Salento).
Curadoria de lugares emblemáticos e queridos pelos locais. Para Roscioli e Felice, reservar com antecedência.
Cacio e pepe lendário, preparado na mesa. Histórico, romanos amam.
O mais romano de todos — carbonara, cacio e pepe, alcachofra à judia.
Emblema da gastronomia romana. Carbonara e carta de vinhos lendária.
Cantina barulhenta no melhor sentido. Pinse romanas e cacio e pepe.
Pizza al taglio que os romanos almoçam de pé. Pizza bianca clássica.
Considerada a melhor pizza al taglio do mundo. Massa de 72h.
Gelateria histórica desde 1900. A poucos passos do Pantheon.
Pastel tradicional desde 1916. Maritozzo é o clássico romano.
Pátio elegante e tranquilo. Aperitivo clássico com petiscos.
Botequim icônico de Trastevere. Mesas na rua, drinks baratos, anti-glamour.
Almoço local desde os anos 1950. Mesas compartilhadas, ribollita, bistecca.
Pequena, intima. Famoso pollo al burro e bistecca alla fiorentina.
Clássica do Oltrarno desde 1945. Comida de família, atmosfera quente.
Querida pelos locais. Pear ravioli é o clássico — sai de propósito.
Mercado térreo + food hall no andar de cima. Almoço rápido com tudo.
A schiacciata florentina viral. Vai filar — chegar antes das 12h.
Gelateria mais antiga de Florença (1929). Affogato e zabaione clássicos.
Pizza neoclássica, formato de coração se pedir. Fila vale.
Wine bar pequenino próx. Ponte Vecchio. Vinhos italianos por copo, queijos, charcutaria.
Janelinha do vinho histórica do séc. XVII, ainda funcionando. Curiosidade obrigatória.
Café histórico desde 1733. Capuccino e cornetto no balcão como os florentinos.
Bookstore-bar em Santo Spirito. Vinis, móveis vintage, coquetéis bem feitos.
Família radicada há gerações. Cozinha toscana tradicional, lista de vinhos premiada.
Açougue-restaurante do Dario Cecchini, "açougueiro filósofo". Bistecca lendária.
Trattoria pequena e charmosa. Cinghiale ragu (javali) é o clássico.
Antigo monastério, vinícola e restaurante numa coisa só. Almoço com vista.
Restaurante em caverna restaurada. Cozinha lucana tradicional, orecchiette com cima di rapa.
Trattoria mom-and-pop, comida caseira do dia. Sem firula, autêntica.
Aperitivo com a vista mais cinematográfica de Matera. Spritz de €5.
Varanda pequenina escondida sobre os sassi. Café e drinks acessíveis.
Em caverna, cozinha tradicional puglesa. Querida pelos locais. Reservar.
Terraço com vista para os olivedos e o Adriático. Aperitivo ou jantar.
Adega de pedra branca com vinhos do Vale d'Itria. Massas frescas.
Frutos do mar acessíveis e locais. Panini de polvo, fritura mista.
Slow Food. Comida de mãe, cardápio do dia. Pedir ciceri e tria.
Café histórico na praça. Pedir caffè leccese e pasticciotto.
Popular entre locais. Tagliata, pasticciotto leccese de sobremesa.
Bar de coquetéis criativos. Pré-jantar ou tarde devagar.
A rota completa, do Lácio ao Salento.
Distâncias aproximadas: Roma → Florença 230 km · Florença → Chianti 75 km · Chianti → Matera 600 km · Matera → Ostuni 140 km · Ostuni → Lecce 80 km · Lecce → Brindisi 40 km.
Todos os documentos da viagem, organizados por categoria. Cliquem para baixar e guardar offline no celular.
Salvem todos esses números no celular antes de embarcar.
WhatsApp · qualquer urgência durante a viagem.
Linha europeia única. Polícia, ambulância, bombeiros.
WhatsApp +55 11 2185-9651. Sempre acionar antes de buscar atendimento médico.
Central 24h.
Alterações, atrasos, bagagem.
Interep Brasil: +55 11 3372 0900.
Piazza Navona 14. Em caso de perda de passaporte.
Cada voucher tem o telefone direto da hospedagem na seção "Em caso de necessidade".
Aproveitem cada cidade. Estarei aqui se precisarem.